Pesquisa confirma que curitibanos odeiam o carnaval
Quem já desconfiava que curitibano não gosta de carnaval
agora pode ter certeza. Sondagem do instituto Paraná Pesquisas
confirma o que até agora era uma lenda urbana.
De acordo com a pesquisa, 66,62% dos curitibanos não gostam
de Carnaval contra apenas 33,38% que afirmam gostar
da festa pagã. A mesma sondagem revela que ao contrário
do que parece, 68,28% das pessoas que moram em Curitiba
costumam passar o feriado da folia na cidade, contra 31,72%,
que costumam viajar.
Entre os 33,38% de curitibanos que gostam da folia, 31,67%
dizem que o que mais gostam do Carnaval são as escolas
de samba e os desfiles de rua, outros 14,02% afirmam que
o que mais gostam é a festa, a folia e a bagunça, enquanto
13,57% preferem as músicas e danças e 11,31% os bailes
nos clubes, cada vez mais em extinção na capital paranaense.
A sondagem também revela que os curitibanos, ao contrário
dos baianos, não são muito chegados a um trio elétrico,
já que apenas 1,36% dos entrevistados declararam gostar
dos carros. Fantasias também não são muito populares
em Curitiba, já que 91,86% dos entrevistados afirmaram
que não usam fantasias no Carnaval.
A pesquisa mostra também que quem prefere passar
o carnaval em Curitiba — 68,28% — quer estar bem longe
da folia, porque 90,93% não costumam ir aos bailes de clubes
e 91,15% não assistem aos desfiles das escolas
de samba da cidade. É o caso da administradora
Cassandra Holtez, 35 anos. “Gosto do carnaval em Curitiba,
porque posso fugir dele. É bom para ir ao cinema,
fazer compras, passear nos parques e curtir a cidade”, conta ela,
que costuma fazer um tour pela cidade com a família
no feriado de Carnaval.
O mesmo costume tem a estudante Livia Costa, 21 anos:
“Prefiro mil vezes ficar aqui na cidade e passear, aproveitar
a calmaria”. Cassandra nunca viu um desfile de rua em
Curitiba e nem chegou perto dos clubes que oferecem bailes.
De acordo com a Paraná Pesquisa, entre os que gostam
da festa, 51,58% acompanha o carnaval pela TV, que transmite
os desfiles das escolas de samba paulistas e cariocas.
O jornalista Wikerson Landin, 27 anos, está entre os 26,70%
de curitibanos que não acompanham nem mesmo o carnaval
na TV. “Odeio tanto o Carnaval que fico em Curitiba,
o melhor lugar do Brasil para quem odeia carnaval.
Minha regra número um no feriado é não ligar a TV aberta,
porque só tem Carnaval. Vejo todos os filmes do mundo no cinema,
no DVD e o máximo que viajo é para um hotel fazenda”,
conta Landin. Neste ano, aliás, Landin confessa estar ainda
com mais raiva de Carnaval: “A TV aberta vai transmitir
o desfile de escola de samba em vez do Oscar no dia 22”.
O publicitário João Saddock, 21 anos, também enche a boca
para falar que odeia Carnaval e que Curitiba deveria se tornar
a capital anticarnaval. “A melhor coisa que já fiz na vida
foi me hospedar em um hotel de Curitiba para curtir o feriado
sem carros, sem pessoas, por aqui mesmo”.
Ele também reforça o coro de que a cidade deveria
se transformar na cidade para quem odeia carnaval.
http://www.bemparana.com.br/index.php?n=97479&t=pesquisa-confirma-
que-curitibanos-odeiam-mesmo-o-carnaval
__
Também odeio carnaval!! Mas adoro o feriado.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
domingo, 4 de janeiro de 2009
Coré-Etuba = Curitiba
O uso racional do espaço urbano. Nos anos 1990, Curitiba ficou conhecida
pela organização do transporte coletivo. Pistas exclusivas para ônibus
e um sistema planejado deram, aos passageiros, mais rapidez
e segurança para chegar ao trabalho ou voltar para casa.
“Curitiba está ranqueada entre as 100 cidades verdes do mundo.
É a única cidade brasileira”, explica o coordenador de clima do Greenpeace,
Guarany Osório.
Na coleta e destinação do lixo, o futuro chegou mais cedo.
Há mais de 20 anos, os resíduos são separados pelos moradores,
ainda dentro de casa. Os catadores, organizados em associações,
se transformaram em agentes ambientais.
A população foi educada para isso.
“Um aspecto tão importante quanto esse programa é onde ele foi implantado:
na educação infantil. Há 20 anos, Curitiba gostaria que as pessoas que tinham
40 anos começassem a reciclar. Mas era mais importante que as pessoas
que tinham quatro e sete anos, na época, começassem a tomar
consciência disso, para, quando elas tivessem 25 ou 28 anos,
fossem jovens conscientes do problema ambiental”, ressalta o professor
de Gestão Urbana Fabio Duarte.
Os parques também ajudaram a dar a Curitiba o título de cidade ecológica.
Não apenas pelo tamanho ou pela quantidade de árvores em relação
ao número de habitantes, mas, principalmente, porque essas áreas eram,
na maioria, degradadas. Com o tempo, foram recuperadas para o lazer
e para o turismo.
O parque Tanguá já foi uma pedreira. Depois de desativada, ganhou
nova vegetação e estrutura para receber os visitantes.
O maior símbolo da preocupação com o verde é o Jardim Botânico.
Um espaço antes abandonado, agora guarda uma imensa coleção
de plantas com cara de cartão-postal. Os parques são interligados
por uma rede de ciclovias.
“Eu acho muito bom. Nós viemos de uma outra cidade e lá não tinha tantos
parques como aqui. Ficamos até surpresos com a quantidade e a qualidade
dos parques”, afirma uma senhora.
Mas os avanços das últimas duas décadas esbarram no dilema
do crescimento. A cidade não soube cuidar com a mesma eficiência da água.
Segundo o IBGE, o Rio Iguaçu, que nasce na região de Curitiba e atravessa
o estado até formar as cataratas, na fronteira com a Argentina,
é o segundo rio mais poluído do Brasil, perdendo apenas para o Tietê,
em São Paulo. Faltam iniciativas e sobra burocracia.
“Nós temos uma legislação federal e estadual, específica para isso.
Temos um conselho estadual de recursos hídricos, temos um comitê
de bacias, o que falta é implementar essa política, para que de fato
essas ações sejam revertidas”, declara o secretário de Meio Ambiente,
José Antônio Andreguetto.
As soluções ficaram no passado. A população aumentou e o transporte
público não se adaptou na mesma velocidade.
“O balanço das emissões é um dos principais indicadores da qualidade de vida
em uma cidade e também como indicador de desenvolvimento sustentável.
No tocante a esse balanço, Curitiba vem se tornando cada vez mais negativa”,
afirma o coordenador da Rede Nacional de Mudanças Climáticas,
Carlos Roberto Sanchetta.
Agora, é saber o que a cidade vai oferecer para os novos moradores,
que estão chegando e o que eles vão fazer pela cidade.
http://g1.globo.com/bomdiabrasil/0,,MUL939868-16020,00-POLUICAO+NAS+AGUAS+AMEACA+MEIO+AMBIENTE+DE+CURITIBA.html
_
[Só duas coisas: o transporte é assim desde da década de 70 e não 90
e o transporte e vias se adaptaram sim ao inchaço populacional, só não
na mesma velocidade.
Outro problema é a quantidade de carros cada vez maior nas ruas.
E todos novos!]
Sim, estamos na vanguarda de muitas coisas.
E em +/- 90 minutos de viagem pela linda Serra do Mar se chega ao litoral!
Mas temos muito o que melhorar pra mantermos o status de cidade
de 1º mundo.
Eu recomendo pra qualquer um que tenha a chance de vir pra cá
seja a passeio ou pra começar uma vida nova [a trabalho ou não],
que venha! :)
pela organização do transporte coletivo. Pistas exclusivas para ônibus
e um sistema planejado deram, aos passageiros, mais rapidez
e segurança para chegar ao trabalho ou voltar para casa.
“Curitiba está ranqueada entre as 100 cidades verdes do mundo.
É a única cidade brasileira”, explica o coordenador de clima do Greenpeace,
Guarany Osório.
Na coleta e destinação do lixo, o futuro chegou mais cedo.
Há mais de 20 anos, os resíduos são separados pelos moradores,
ainda dentro de casa. Os catadores, organizados em associações,
se transformaram em agentes ambientais.
A população foi educada para isso.
“Um aspecto tão importante quanto esse programa é onde ele foi implantado:
na educação infantil. Há 20 anos, Curitiba gostaria que as pessoas que tinham
40 anos começassem a reciclar. Mas era mais importante que as pessoas
que tinham quatro e sete anos, na época, começassem a tomar
consciência disso, para, quando elas tivessem 25 ou 28 anos,
fossem jovens conscientes do problema ambiental”, ressalta o professor
de Gestão Urbana Fabio Duarte.
Os parques também ajudaram a dar a Curitiba o título de cidade ecológica.
Não apenas pelo tamanho ou pela quantidade de árvores em relação
ao número de habitantes, mas, principalmente, porque essas áreas eram,
na maioria, degradadas. Com o tempo, foram recuperadas para o lazer
e para o turismo.
O parque Tanguá já foi uma pedreira. Depois de desativada, ganhou
nova vegetação e estrutura para receber os visitantes.
O maior símbolo da preocupação com o verde é o Jardim Botânico.
Um espaço antes abandonado, agora guarda uma imensa coleção
de plantas com cara de cartão-postal. Os parques são interligados
por uma rede de ciclovias.
“Eu acho muito bom. Nós viemos de uma outra cidade e lá não tinha tantos
parques como aqui. Ficamos até surpresos com a quantidade e a qualidade
dos parques”, afirma uma senhora.
Mas os avanços das últimas duas décadas esbarram no dilema
do crescimento. A cidade não soube cuidar com a mesma eficiência da água.
Segundo o IBGE, o Rio Iguaçu, que nasce na região de Curitiba e atravessa
o estado até formar as cataratas, na fronteira com a Argentina,
é o segundo rio mais poluído do Brasil, perdendo apenas para o Tietê,
em São Paulo. Faltam iniciativas e sobra burocracia.
“Nós temos uma legislação federal e estadual, específica para isso.
Temos um conselho estadual de recursos hídricos, temos um comitê
de bacias, o que falta é implementar essa política, para que de fato
essas ações sejam revertidas”, declara o secretário de Meio Ambiente,
José Antônio Andreguetto.
As soluções ficaram no passado. A população aumentou e o transporte
público não se adaptou na mesma velocidade.
“O balanço das emissões é um dos principais indicadores da qualidade de vida
em uma cidade e também como indicador de desenvolvimento sustentável.
No tocante a esse balanço, Curitiba vem se tornando cada vez mais negativa”,
afirma o coordenador da Rede Nacional de Mudanças Climáticas,
Carlos Roberto Sanchetta.
Agora, é saber o que a cidade vai oferecer para os novos moradores,
que estão chegando e o que eles vão fazer pela cidade.
http://g1.globo.com/bomdiabrasil/0,,MUL939868-16020,00-POLUICAO+NAS+AGUAS+AMEACA+MEIO+AMBIENTE+DE+CURITIBA.html
_
[Só duas coisas: o transporte é assim desde da década de 70 e não 90
e o transporte e vias se adaptaram sim ao inchaço populacional, só não
na mesma velocidade.
Outro problema é a quantidade de carros cada vez maior nas ruas.
E todos novos!]
Sim, estamos na vanguarda de muitas coisas.
E em +/- 90 minutos de viagem pela linda Serra do Mar se chega ao litoral!
Mas temos muito o que melhorar pra mantermos o status de cidade
de 1º mundo.
Eu recomendo pra qualquer um que tenha a chance de vir pra cá
seja a passeio ou pra começar uma vida nova [a trabalho ou não],
que venha! :)
domingo, 30 de novembro de 2008
A fila anda. [reedited]
A MTV Brasil tem um programa com esse nome.
Detesto.
Muito teenager.
Aliás essa frase é típica de adolescentes descompromissados,
ou por vontade ou por medo, ou de gente que acha que será
teenager pra sempre ou gente que não sabe amar.
Vamos pensar...Para que "a fila ande" seria bom essa
pessoinha que usa a frase parasse e analisasse [antes
de ofender, antes de julgar de forma a humilhar,
antes de taxar ou menosprezar...e pra isso é só
tu pensar no que fez ou anda fazendo, capicci?]:
"O que eu fiz pra 'fila andar'?
O que a pessoa que estava comigo fez pra 'fila andar'?
A minha vontade, a nossa vontade, era de que a 'fila andasse'?
Ambos merecemos essa 'andada de fila'?"
O povo anda muito egoísta: pensa no seu próprio umbigo,
nem que sofra um pouco [um pouco só? e se sofre,
o orgulho idiota mascara], mas não pensa no mal que faz pro outro.
Não se pensa antes de agir. E se for "obrigado" a agir por 3ºs
se exime de culpa.
Uma coisa eu sei:
eu não tenho fila,
tenho coração.
Detesto.
Muito teenager.
Aliás essa frase é típica de adolescentes descompromissados,
ou por vontade ou por medo, ou de gente que acha que será
teenager pra sempre ou gente que não sabe amar.
Vamos pensar...Para que "a fila ande" seria bom essa
pessoinha que usa a frase parasse e analisasse [antes
de ofender, antes de julgar de forma a humilhar,
antes de taxar ou menosprezar...e pra isso é só
tu pensar no que fez ou anda fazendo, capicci?]:
"O que eu fiz pra 'fila andar'?
O que a pessoa que estava comigo fez pra 'fila andar'?
A minha vontade, a nossa vontade, era de que a 'fila andasse'?
Ambos merecemos essa 'andada de fila'?"
O povo anda muito egoísta: pensa no seu próprio umbigo,
nem que sofra um pouco [um pouco só? e se sofre,
o orgulho idiota mascara], mas não pensa no mal que faz pro outro.
Não se pensa antes de agir. E se for "obrigado" a agir por 3ºs
se exime de culpa.
Uma coisa eu sei:
eu não tenho fila,
tenho coração.
sábado, 22 de novembro de 2008
Ah, o clima curitiboca! ¬¬
Tá phoda...
É lindo aqui, promissor pacas, jeitão europeu, muita gente que vem pra cá
fica pra sempre, transporte exemplo pro mundo [e consciência ecológica
e urbanismo sustentável idem], gentes bonitas e bem-educadas,
algumas muito reservadas...mas o clima...nem eu que sou daqui
ando agüentando...
Faz uma semana que tá mais instável que o meu humor...
¬¬
7h: 12ºC com ventos lestes que fazem a sensação
térmica ficar em 6ºC;
[oO]
11h: 22ºC
13h: 28ºC
14h: garoa / chuva...abafado...
18h: 16ºC com ventos de todos os lados,
fazendo parecer que tá uns 12ºC
Haja saúde!
[a-a-a-aaatchooow!!]
Saúde!
¬¬
É lindo aqui, promissor pacas, jeitão europeu, muita gente que vem pra cá
fica pra sempre, transporte exemplo pro mundo [e consciência ecológica
e urbanismo sustentável idem], gentes bonitas e bem-educadas,
algumas muito reservadas...mas o clima...nem eu que sou daqui
ando agüentando...
Faz uma semana que tá mais instável que o meu humor...
¬¬
7h: 12ºC com ventos lestes que fazem a sensação
térmica ficar em 6ºC;
[oO]
11h: 22ºC
13h: 28ºC
14h: garoa / chuva...abafado...
18h: 16ºC com ventos de todos os lados,
fazendo parecer que tá uns 12ºC
Haja saúde!
[a-a-a-aaatchooow!!]
Saúde!
¬¬
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
> Segundo Adnet <
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